Ondas de Implantação do DT-e

De acordo com documento publicado pelo Ministério de Infraestrutura, a Medida Provisória nº 1.051, de 18 de maio de 2021, criou o Documento Eletrônico de Transportes (DT-e). O DT-e significa uma conquista e tanto para os caminhoneiros e veio para revolucionar o setor de Transporte de Carga do Brasil. 

Com ele, o Governo Federal mudará a realidade e o dia a dia dos carreteiros autônomos e equiparados de todo país, pois a finalidade principal do DT-e é unificar informações das operações de transporte de carga.

Saiba como vai funcionar na prática a implantação desse novo documento:

Todo transportador que for realizar transporte de bens próprios ou de terceiros no país, com finalidade lucrativa, deverá dispor de um DT-e válido para realizar a operação. A responsabilidade pela solicitação da emissão do DT-e será do embarcador ou contratante do transporte. O motorista receberá antes da partida o DT-e pronto para uso em viagem.

Além disso, enquanto viaja o caminhoneiro poderá passar por um dos quase 800 pontos de coleta de dados do veículo que serão instalados nas rodovias, nas estações de transbordo de carga, nas entradas de portos, terminais, hidrovias, ferrovias e aeroportos, e a verificação ocorrerá de forma eletrônica caso ele possua (ou não) DT-e válido. O maior benefício nesse caso será que o veículo seguirá normalmente viagem na velocidade da via, sem ter que frear ou reduzir para passar nas balanças ou entrar em postos de pesagem para apresentar documentos. Estimativas mostram que o caminhoneiro “perde” cerca de seis horas ,em média, considerando todas as paradas á espera de localização.

Esse funcionamento integrado é a ideia-força do DT-e: transporte de carga na era digital.
Veja a seguir as ondas de implantação do governo para essa nova ferramenta:

O DT-e será implantado em 3 fases: 

O que muda, principalmente, para o transportador autônomo de carga (TAC)?

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

telefone